A Aneel adiou novamente, nesta terça-feira (11), o julgamento do reajuste anual da Equatorial Pará. O pedido de vista do diretor Willamy Frota interrompeu a análise durante reunião da diretoria colegiada, estendendo a indefinição sobre as tarifas de energia no estado.
Inicialmente, a proposta previa alta média de 13%, mas foi reduzida para 7,6% após a inclusão antecipada de R$ 500 milhões de recursos da Uso do Bem Público (UBP). Para consumidores residenciais (baixa tensão), o aumento seria de 7%; para indústrias e grandes empresas (alta tensão), 8,42%.
O Dieese-PA alerta que o reajuste deve impactar o custo de vida, já que a energia elétrica é insumo essencial para comércios, indústrias e serviços, podendo gerar repasses para preços de produtos.
A Equatorial Pará informou que aguarda a homologação da Aneel e que as tarifas vigentes (aprovadas em 2025) continuam em vigor. Ainda não há nova data para a decisão da agência reguladora.






