O bispo John O. Barres, da Diocese de Rockville Centre, e quatro comunidades de irmãs católicas processaram a procuradora-geral e o comissário de saúde de Nova York. Eles afirmam que a lei estadual de suicídio assistido, sancionada em fevereiro pela governadora Kathy Hochul, as força a participar de um processo contrário à sua fé.
As instituições religiosas, que cuidam de idosos e doentes terminais, argumentam que a lei exige que médicos e enfermeiros aconselhem pacientes sobre suicídio assistido ou os encaminhem a quem o faça. Mesmo com isenções parciais, elas teriam que colaborar com avaliações e encaminhamentos, o que consideram inaceitável.
A ação judicial alega violação da liberdade religiosa e de expressão, protegidas pela Primeira Emenda. As irmãs afirmam que sua missão é acompanhar os doentes até a morte natural, e não apressá-la. O caso pode definir limites entre leis estaduais e crenças religiosas em instituições de saúde.






