O piauiense Paulo Fábio mantém uma coleção de álbuns de figurinhas da Copa do Mundo que começou há quase 50 anos. O primeiro foi um presente do pai, o ex-lateral-direito do Parnahyba, Paulo Simões, que já guardava recortes de jornais sobre futebol. O hábito virou tradição e hoje são 12 edições do Mundial completas.
O item mais antigo do acervo é o álbum da Copa de 1974, vencida pela Alemanha Ocidental. Paulo lembra que, naquela época, as figurinhas eram fixadas com grude, uma mistura caseira, diferente dos adesivos atuais. "Eu pedia pra mamãe fazer o grude", conta.
Além dos Mundiais, o colecionador também reúne álbuns de outras competições, como a Champions League e a Copa América. Para ele, completar uma coleção é uma alegria e mantém viva a história do futebol. "É uma coisa histórica", afirma.
Apesar da eliminação do Brasil nas oitavas da Copa de 2026, Paulo segue animado para continuar colecionando memórias. A tradição, iniciada pelo pai, segue firme e deve se estender para os próximos Mundiais.






