RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Dois anos depois da assinatura do contrato de concessão do Maracanã à dupla Flamengo e Fluminense, o consórcio de clubes é alvo de multa e inquérito pela condução da gestão do complexo, que inclui o estádio e o ginásio do Maracanãzinho.
Os questionamentos da Promotoria e de uma comissão de verificação independente envolvem problemas na comprovação da manutenção do estádio, além de suspeitas de superlotação em jogos em que os dois times foram mandantes.
A concessionária afirmou que não vai se manifestar.
Flamengo, Fluminense e governo do estado assinaram em setembro de 2024 o contrato de concessão. Os clubes obteve direito de administrar, operar e manter o estádio por 20 anos e abriu a empresa Fla-Flu Serviços. Os dois já geriam o Maracanã desde 2019, por meio de contratos temporários.
O R23 preparou este resumo editorial com base nas informações públicas da fonte original, indicada ao final da matéria.






