Em contraponto com suas equipes masculinas, Corinthians e São Paulo fizeram valer a hegemonia paulista no feminino e se enfrentam em busca da taça do Campeonato Brasileiro de 2026.
Heptacampeão brasileiro e hexa da Libertadores, o alvinegro é referência no futebol feminino há uma década e mantém um legado construído desde a reativação da modalidade em 2016, sete anos após o encerramento das atividades em 2009. Entretanto, nesta temporada, a crise financeira que instaurou-se no clube chegou até a equipe feminina.
No final do mês de agosto, jogadoras estiveram no Parque São Jorge para reivindicar salários atrasados e se reuniram com o presidente Omar Stabile, que foi cobrado para participar da rotina da equipe mais ativamente. "Elas me cobraram, que preciso ir lá mais vezes. Mas eu vou, eu acompanho, todos os dias eu falo com a executiva do futebol feminino", disse o dirigente em entrevista à ESPN.
Horas antes da partida decisiva, pela volta da semifinal contra o Bahia, o clube quitou a segunda e última parcela dos direitos de imagem dos meses de junho e julho, que estavam em pendência. De acordo com o portal Meu Timão, o pagamento, que era para ter sete dias de diferença, ocorreu mais de duas semanas após a primeira parcela.
O R23 preparou este resumo editorial com base nas informações públicas da fonte original, indicada ao final da matéria.






