O ministro Gilmar Mendes, do STF, defendeu publicamente uma investigação rigorosa sobre as operações do Banco Master envolvendo precatórios do setor sucroalcooleiro. Em mensagens recentes, o decano destacou a necessidade de uma força-tarefa da Corregedoria Nacional de Justiça para apurar irregularidades em contratos advocatícios e decisões judiciais, com foco especial no Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Qual é o centro da denúncia feita pelo ministro Gilmar Mendes?
O ministro aponta a existência de um modelo de negócio que ele classifica como parasitário, onde créditos judiciais contra a União são comprados com desconto e usados como lastro para captar recursos no mercado financeiro. O ponto crítico revelado por Gilmar Mendes envolve um contrato de até R$ 427 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Camilla Ramos, esposa do desembargador Newton Ramos, do TRF-1. Essa relação levanta suspeitas sobre a influência da chamada 'Turma do KN' — suposta referência ao ministro Kassio Nunes Marques — em decisões favoráveis ao banco.
Como funcionava o esquema com os precatórios do setor sucroalcooleiro?
O R23 preparou este resumo editorial com base nas informações públicas da fonte original, indicada ao final da matéria.






