O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista a um podcast, que não usará o cargo para proteger o filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, investigado pela Polícia Federal. Lula disse que, se o filho errou, responderá como qualquer pessoa. A declaração gerou reações nas redes sociais, com críticas e até piadas sobre a relação entre pai e filho.
A Polícia Federal investiga Lulinha por suspeita de tráfico de influência no Ministério da Saúde, em suposto lobby relacionado à cannabis. Outra investigação envolve a Dataprev, sobre benefícios previdenciários. O caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sob relatoria do ministro André Mendonça.
Em outra frente, Lula reclamou do Palácio da Alvorada, dizendo que a cozinha é longe e a cerveja chega quente ao quarto. A declaração foi feita em meio a críticas sobre o aumento do teor de etanol na gasolina, que passou de 11% para 32%, afetando milhões de motoristas.
O comentarista Alexandre Garcia criticou a cobertura da imprensa sobre o aumento do etanol, afirmando que o foco deveria ser a defesa da cidadania, não dicas de como proteger o carro. Garcia também mencionou investigações envolvendo o banco Master e o senador Jaques Wagner.






