Relação entre os presidentes Donald Trump e Lula da Silva teve reflexo direto na campanha presidencial do Brasil. (
A poucos dias do primeiro turno da eleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarcou em Nova York para a última investida para explorar eleitoralmente a conturbada relação com Donald Trump. O petista abre nesta terça-feira (22) a Assembleia Geral das Nações Unidas, logo antes do colega americano. Essa pode ser também sua despedida da cerimônia.
Lula avisou antes de viajar que vai aproveitar a proximidade protocolar para avisar pessoalmente a Trump que não aceitará ingerência dele na eleição brasileira. Não há encontro bilateral confirmado, mas os dois estarão no mesmo ambiente e poderão repetir o contato informal do ano passado. Para o brasileiro, a distensão poderá ser prova de diálogo com Washington.
A relação entre Lula e Trump atravessou meses de fortes atritos. O Palácio do Planalto confrontou a Casa Branca em temas comerciais, geopolíticos, partidários e institucionais, enquanto Lula alternou críticas públicas ao presidente americano com declarações de que preserva relação pessoal capaz de manter abertos todos os canais diplomáticos de negociação.
O R23 preparou este resumo editorial com base nas informações públicas da fonte original, indicada ao final da matéria.






