Há exatos 15 anos, o então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciava ao mundo a morte de Osama bin Laden, líder da Al-Qaeda e mentor dos atentados de 11 de setembro de 2001. A operação, chamada de Lança de Netuno, foi realizada por 23 militares da tropa de elite Navy SEALs, um intérprete e um cão de guerra.

O alvo foi localizado em um complexo fortificado em Abbottabad, no Paquistão. Durante a madrugada, os militares invadiram o local e mataram Bin Laden a tiros no terceiro andar da residência. Com ele, foram encontrados telefones e dinheiro, indicando que estava preparado para fugir.

Obama fez um discurso de nove minutos, destacando que a morte não era uma vitória militar, mas um compromisso com as famílias das vítimas do 11 de setembro. Ele reforçou que os EUA não estavam em guerra com o Islã e que Bin Laden era um assassino em massa, que também vitimou milhares de muçulmanos.

A operação contou com cooperação de inteligência do Paquistão, que ajudou a localizar o terrorista. A morte de Bin Laden foi o maior golpe dos EUA contra a Al-Qaeda, mas Obama alertou que a ameaça terrorista continuaria e que o país deveria permanecer vigilante.