SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Balão em formato de capacete na Lagoa, escultura de areia em Copacabana, loja oficial no Leblon e intervenções artísticas pela cidade. A NFL espalhou sua marca pelo Rio antes de levar neste domingo (27) ao Maracanã o duelo entre Baltimore Ravens e Dallas Cowboys.
A estratégia amplia o tamanho da operação em relação aos dois jogos disputados em São Paulo, mas coloca à prova uma questão mais difícil, sobre até onde uma partida de futebol americano consegue sair do nicho e conquistar quem não acompanha a liga?
Será o terceiro jogo da NFL no país, depois das partidas realizadas em São Paulo em 2024 e 2025. Na capital paulista, a liga concentrou a experiência na Neo Química Arena, em Itaquera, e testou a receptividade de um mercado que já reunia torcedores e consumidores do esporte.
"São Paulo já entregou para a NFL uma construção importante de awareness [visibilidade da marca] e mostrou que existe mercado para o produto. Agora, ir para o Rio amplia esse horizonte", afirma Rafael Soares, especialista em marketing esportivo e ex-diretor de marketing de Santos, Sport e Bahia SAF.
O R23 preparou este resumo editorial com base nas informações públicas da fonte original, indicada ao final da matéria.






