Os três clubes têm contratos com casas de apostas e, por enquanto, evitam tomar decisões definitivas. A prioridade é acompanhar a discussão, principalmente a análise da MP pelo Congresso Nacional.

A medida começou a valer na sexta-feira (25), quando foi publicada. Para continuar valendo como lei, porém, precisa ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias. Se isso não acontecer, perde a validade.

O contrato do Corinthians com a Esportes da Sorte prevê a suspensão do patrocínio caso as casas de apostas sejam proibidas ou tenham a atividade suspensa de forma provisória. O acordo é válido até dezembro de 2029.

Conforme apurou a reportagem, a Esportes da Sorte avisou o Corinthians, na véspera da entrada em vigor da MP, que poderia usar essa previsão contratual.

O R23 preparou este resumo editorial com base nas informações públicas da fonte original, indicada ao final da matéria.