Empresário e presidenciável do Missão, Renan Santos promoveu nesta segunda-feira um ato de 7 de setembro dissidente da manifestação ligada ao PL na Paulista. Neste evento, realizado diante do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo, foi distribuído um manifesto que diz, entre outras mensagens sombrias, que o “Brasil morreu”.

De olho na fatia do eleitorado descontente com ambos os lados da polarização política, Renan defendeu o afastamento tanto de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes do Supremo, como de Andrei Rodrigues da Polícia Federal e Paulo Gonet da PGR.

“Nos mobilizamos para defender a Lava Jato, derrubar Dilma, eleger um governo de direita e prender Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2016, há dez anos, pedimos pela primeira vez o impeachment de um ministro da Suprema Corte. Fomos nós os primeiros a pedir”, reivindicou.

Mas o texto não poupa o país e diz que “o Brasil enquanto nação – um lugar onde um povo se reconhece em unidade – morreu em meados do século XX”.

O R23 preparou este resumo editorial com base nas informações públicas da fonte original, indicada ao final da matéria.