O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) não se comprometeu a apoiar nem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno entre os dois. "Eu vou me apoiar, porque eu estarei no segundo turno", declarou, ao ser perguntado sobre o tema durante o programa Domingo Espetacular, da Record.

Santos disse que, se eleito, terá a vereadora de São Paulo Amanda Vettorazzo (União) como secretária-geral da Presidência e o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) à frente de um "superministério" encarregado de fazer reformas do Estado.

Na entrevista, Santos disse que vai retirar o benefício social do Bolsa Família de pessoas que estejam aptas a trabalhar. A medida será implementada em etapas, segundo o candidato. No primeiro estágio, haverá a manutenção e a ampliação do benefício para mães sem condições de trabalhar ou residentes em regiões sem atividade econômica.

Na segunda fase, Santos promoverá a criação de frentes de trabalho comunitário, como infraestrutura e manutenção urbana, voltadas a beneficiários jovens, sem filhos e aptos ao trabalho, para garantir salário, alimentação e transporte. "Ao chamar essas pessoas, elas voltam a trabalhar e recuperar a dignidade."

O R23 preparou este resumo editorial com base nas informações públicas da fonte original, indicada ao final da matéria.